Tudo que você precisa saber para evitar a Síndrome da Morte Súbita

Untitled-1

Poucas causas de morte são tão misteriosas e traumáticas para as famílias, quanto as que acontecem durante o sono de bebês aparentemente saudáveis. Hoje preparei uma pesquisa sobre tudo que você precisa saber para evitar a Síndrome da Morte Súbita no seu bebê.

O que é a Síndrome da Morte Súbita dos Bebês?

A morte repentina e sem explicação de bebês durante a noite assombra a humanidade desde épocas bíblicas. Não é uma entidade nova. Define-se esta síndrome quando bebês com menos de 1 ano de idade são encontrados em seus berços sem vida, sem causa que explique a morte, depois de cuidadosamente investigados o local, o histórico médico e familiar. Além disso, o exame pós-morte não evidencia nenhuma causa clínica para o óbito. Não existe uma explicação para o falecimento do bebê. Não há sinais de sufocamento, nem de engasgo.

 

Qual a idade de maior risco para Morte Súbita?

O pico de incidência está entre dois e quatro meses de idade, que é mais comum em meninos, que colocar a criança para dormir de barriga para baixo (em pronação) aumenta sobremaneira o risco e que a ocorrência depois dos seis meses de idade é rara.

 

Quais os principais fatores de risco?

Como não se encontram causas que expliquem a morte dos bebês, as pesquisas procuram estabelecer relações de maior probabilidade. Uma das mais fortes evidências é que bebês que dormem de bruços têm uma chance maior da síndrome. Por isso, a recomendação atual é a de que bebês durmam com a barriga para cima, e a cabecinha lateralizada. As fraldas não devem ser muito apertadas na barriga.

Nos países industrializados, o reconhecimento de que deitar de bruços mais do que triplica o risco, deu origem a campanhas para que os pais colocassem os bebês para dormir de barriga para cima (posição supina). Esse cuidado simples diminuiu o número de óbitos em mais de 50%.

No Brasil, o costume de deitar os bebês de lado, posição que protege mais do que deixá-los de bruços, mas menos do que se estivessem de barriga para cima, explica por que a incidência é mais baixa: 5 a 10 em cada 10 mil crianças nascidas.

 

Fonte: Grávidas e Antenadas

19/04/2017