Mãe destaca a importância do pré-natal

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Mãe de primeira viagem, a auxiliar de escritório, Jucielen Augusta Seabra, 22, e o marido descobriram a gravidez já no segundo mês de gestação. O atraso na menstruação fez com que ela fizesse um primeiro exame de sangue mas ela lembra que os dois não souberam interpretar o resultado do exame. “Como não apareceu a palavra “positivo” pensamos que eu não estava grávida. Mas a minha menstruação continuou atrasando e minha barriga começou a crescer”, conta. Por isso ela procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) perto de sua casa e a gestação foi confirmada. “Foi uma alegria geral e logo começamos o pré-natal”, comenta. Hoje o Enzo tem um ano e seis meses e continua sendo a alegria da família.

O acompanhamento da gestão foi feito com médicos do convênio de saúde do casal. “Foi muito importante. Tivemos informações. Eu tinha muito medo de acontecer algum problema na formação do meu bebê ou que tivesse complicações no parto”, diz. O sexo do bebê foi visto logo no segundo exame de ultrassonografia e, na semana do nascimento do Enzo, Jucielen foi ao hospital todos os dias. “Eu tinha dor, era contração, mas não tinha dilatação. O médico sempre me tranquilizava. Teve um dia que me fez andar durante uma hora em volta do hospital mas eu não tive dilatação. Como ainda não tinha passado do tempo, ele me mandou de volta para casa.”

Depois do nascimento da criança, que aconteceu por parto normal, o acompanhamento profissional foi essencial. “As enfermeiras me ensinaram a dar banho, amamentar e até a segurar o meu filho”, diz. Informações sobre a importância de fazer o bebê arrotar depois de cada mamada e como colocá-lo para dormir, diz a auxiliar de escritório, foram de grande importância. “Minha mãe queria que eu desse papinha quando ele fez três meses mas a pediatra nos convenceu a adiar e ficar só com o leite materno. Essa também foi uma orientação importante”, diz.

O segundo filho ainda não está planejado mas Jucielen afirma que o casal programa outra gravidez para pelo menos cinco anos. “Quero fazer faculdade de direito, então são pelo menos cinco anos. Acho que uns dez anos para engravidar outra vez é um bom tempo. Agora quero cuidar do Enzo, do meu marido e estudar. Mas se Deus mandar, a gente aceita”, brinca. E o pré-natal, finaliza ela, será feito novamente para garantir o bom desenvolvimento da criança.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul