Adequação dos hábitos alimentares durante a gravidez

A inclusão de alimentos ricos em proteínas, vitaminas e ferro é recomendada para proporcionar o consumo necessário diário desses nutrientes que atuarão diretamente no desenvolvimento saudável do corpo, dos ossos, órgãos e também cérebro do feto. Por isso, já na primeira consulta de pré-natal o obstetra costuma indicar a utilização de poli-vitamínicos justamente para suprir uma possível falta na alimentação, que principalmente no primeiro trimestre acaba sendo restrita devido à dificuldade em se alimentar e os enjoos da gestante.

É necessário ter um controle da alimentação na gravidez, descartando frituras, alimentos gordurosos e diminuir a quantidade de açúcar. Dessa forma é possível ter um ganho de peso saudável, dentro do recomendado que são 12 quilos na gestação toda. Frutas e legumes como melancia, laranja, maça, cenoura, tomate, couve e brócolis são grandes portadores de nutrientes. Refeições a base de proteínas vegetais como é o caso do arroz, feijão e o trigo acompanhado de carnes magras como frango ou peru devem fazer parte da rotina alimentar na gestação.

Alimentos derivados de leite como o queijo e o iogurte também devem constar na alimentação diária, pois são ricos em cálcio e outros nutrientes. O cálcio é responsável pelo desenvolvimento dos ossos e dentes do feto, além de suprir as necessidades vitamínicas da mãe.

Alguns alimentos não são recomendados na gravidez por oferecerem riscos à saúde da mãe e do filho como é o caso de alguns frutos do mar. Receitas e comidas que são preparadas com peixe cru e moluscos devem ser excluídas da alimentação durante a gestação, pois oferecem risco de contaminação com toxoplasmose. Essa doença pode gerar danos sérios à saúde do feto como cegueira e danos cerebrais.

 

22/11/2018